Em todas as outras religiões, um seguidor pode seguir os ensinamentos do seu fundador sem ter um relacionamento com ele. Não é assim com Jesus Cristo. Os ensinamentos de Jesus não podem ser separados do próprio Jesus Cristo. Jesus Cristo continua vivo e ele incorpora seus ensinamentos. Então, é um grave erro tratar Cristo como um simples fundador de uma série de ensinamentos morais, éticos ou sociais. O Senhor Jesus e seus ensinamentos são um só. O transmissor e a mensagem são um só. Cristo é a encarnação do Reino de Deus e do Sermão do Monte.
3. A grande missão e o eterno propósito de Deus na terra e no céu centraliza-se em Cristo... tanto o indivíduo Cristo (O Cabeça) quanto a corporação Cristo (O Corpo). Este universo está se encaminhando para o alvo final – a plenitude de Cristo, onde ele encherá todas as coisas com Ele mesmo. Ser verdadeiramente missionário, então, significa construir a vida e o ministério em Cristo. Ele é tanto o coração quanto o fluxo sanguíneo do plano de Deus. Perder isto é perder o enredo; na verdade, é perder tudo.
4. Ser um seguidor de Jesus não envolve tanto imitação quanto envolve implantação e assimilação. Encarnação – a noção de que Deus se conecta conosco na forma de um bebê e no toque humano - é a mais chocante doutrina da religião cristã. A encarnação é tanto de-uma-vez-por-todas e contínua, como aquele “que era e que há de vir” agora é e vive sua vida ressurreta em nós e por meio de nós. Encarnação não se aplica apenas a Jesus; aplica-se a cada um de nós. Obviamente não do mesmo modo sacramental. Porém, parecido. A nós foi dado o “Espírito” de Deus que faz Cristo real em nossas vidas. Nós temos sido feitos, como Pedro diz, “participantes da natureza divina”. Como, então, em face de tão grande verdade podemos pedir brinquedos e enfeites? Como podemos desejar dons inferiores e ansiar coisinhas religiosas e espirituais? Nós fomos tocados do alto pelo fogo do Todo-Poderoso e nos foi dada vida divina. Uma vida que atravessou a morte – a própria vida ressurreta do Filho de Deus. Como podemos não nos queimar?
Colocando em forma de pergunta: qual foi o motor ou o acelerador da impressionante vida do Senhor? Qual foi a raiz principal ou a nascente de seu comportamento? Foi esta: Jesus viveu pelo Pai que habitava nele. Depois de sua ressurreição, o quadro agora mudou. O que Deus-Pai era para Jesus Cristo, Jesus Cristo é para você e para mim. Ele é o nosso habitante interior, e nós compartilhamos na vida o próprio relacionamento de Jesus com o Pai. Existe um vasto oceano de diferença entre tentar compelir cristãos a imitar Jesus e a aprender como assimilar e implantar Cristo. A primeira somente termina em falha e frustração. A segunda é o portal para a vida e a alegria no nosso dia-a-dia e na nossa morte. Nós ficamos com Paulo: “Cristo vive em mim.” Nossa vida é Cristo. Nele nós vivemos, respiramos e temos nossa personalidade. “O que faria Jesus?” não é Cristianismo. O que o Cristianismo pergunta é: “O que Cristo está fazendo através de mim... através de nós? E como Jesus está fazendo isto?” seguir a Cristo significa “confiar e obedecer” (responder), e viver pela sua vida que habita em nós por meio do poder do Espírito.
5. O “Jesus da história” não pode ser desconectado do “Cristo da fé”. O Jesus que andou nas praias da Galiléia é a mesma pessoa que habita a igreja hoje. Não há desconexão entre o Jesus do Evangelho de Marcos e o incrível, tudo-incluído, cósmico Cristo da Carta de Paulo aos Colossenses. O Cristo que viveu no primeiro século tinha uma pré-existência antes do tempo. Ele também tem uma existência depois do tempo. Ele é o alfa e o ômega, início e fim, A e Z, tudo ao mesmo tempo. Ele está no futuro e no fim do tempo no mesmo momento em que habita em cada filho de Deus. A falha em abraçar estas paradoxais verdades tem criado problemas monumentais e tem diminuído a grandeza de Cristo aos olhos do povo de Deus.
Na próxima postagem colocarei a ultima parte do MANIFESTO JESUS.
Na próxima postagem colocarei a ultima parte do MANIFESTO JESUS.
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